sábado, 21 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
Coisas depois dos 30
Agora que eu fui posso falar;
nunca tinha ido a Chapada.
Todo mundo dizia que era um absurdo eu não conhecer esse lugar!
Mas agora que cheguei de lá entendo;
bom dá uma desacelerada,
vê aquele povo vivendo no meu do nada...e vendo o mundo passando por lá.
Quanto gringo!!!!!!
E eu que moro do lado...
realmente!
Mas também ;tem seu lado bom conhecer lugares com uma certa maturidade.
Acho que se eu fosse pra um lugar desse mais nova ;ia morrer de cirrose hepática com 20 anos de idade de tanto tomar arnica.
Tô brincando!
Mas foi lindo!
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Digo sim
Acordei disposta
Acordei da falta de imaginação achando que alguém pode ser diferente; ainda mais depois de tanto amor
Todo mundo
pelo menos eu ;não passo um dia sem imaginar a resposta;
Seu merda
Seu...foda
te amo desgraça
que macumba foi essa?
Mas depois de tanto ódio penso em outras coisas
parece que quando desisto de você
você fala comigo
como se estivesse do meu lado
eu estive do seu
me devolve
isso me pertence
esse lado meu
tão incandescente
me traz desconforto no pensar
que ele dança a madrugada toda dentro de mim
que me traz sorriso no café da manhã
sexta-feira, 6 de julho de 2007
terça-feira, 3 de julho de 2007
Universo Paralelo

Estou escrevendo um novo texto,
fico muito...
me traz a melancolia de outro alguém
tenho saudades do que nem conheço
preocupada com outra pessoa
esse novo ser que me apaixono
outro homem
outro monólogo, acho que escrever para os homens é muito fácil de errar
mas se você acertar...
muito louca essa transfiguração
complexa
acho que nunca escrevi um texto que me assustasse; tão diferente
mas...
a tendência é essa.
E o homem cai...
Beijos voltei
terça-feira, 26 de junho de 2007
Aniversário em Paris
Preciso necessidade
de pensar em outra língua
de ter outras possibilidades
de me perder sem preocupações
porque vou está achada mesmo perdida
preciso sair do que eu não acho lógico por ser lógico demais
Paris vai ser ideal
já sei de uma coisa
meu aniversário de trinta e um
ano que vem
estarei lá
sem o retorno de Saturno me acompanhando porque provavelmente
não existe esse Saturno maluco em Paris
quem quiser ir comigo é bom se preparar
porque provavelmente no dia 23 de março de 2008
estarei em frente ao Louvre as 16:00,hora simpática
para olhar para o museu e dizer :
hoje não é dia de museu ,hoje eu vou encher a cara em Paris.
de pensar em outra língua
de ter outras possibilidades
de me perder sem preocupações
porque vou está achada mesmo perdida
preciso sair do que eu não acho lógico por ser lógico demais
Paris vai ser ideal
já sei de uma coisa
meu aniversário de trinta e um
ano que vem
estarei lá
sem o retorno de Saturno me acompanhando porque provavelmente
não existe esse Saturno maluco em Paris
quem quiser ir comigo é bom se preparar
porque provavelmente no dia 23 de março de 2008
estarei em frente ao Louvre as 16:00,hora simpática
para olhar para o museu e dizer :
hoje não é dia de museu ,hoje eu vou encher a cara em Paris.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
sexta-feira, 22 de junho de 2007
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Um pouco só
Estou reavaliando tanta coisa nesse momento!
Muitas coisas
E para não me influenciar
vou tentar ficar mais só
um jeito de meditar
tenho que voltar a nadar
e dá um tempo na bebida
tentar parar com varias coisas
e começar varias outras
por isso vou ficar um pouco distante desse blog
pelo menos uma semaninha
bom já volto
tenho que prestar atenção em muita coisa no momento
até
Muitas coisas
E para não me influenciar
vou tentar ficar mais só
um jeito de meditar
tenho que voltar a nadar
e dá um tempo na bebida
tentar parar com varias coisas
e começar varias outras
por isso vou ficar um pouco distante desse blog
pelo menos uma semaninha
bom já volto
tenho que prestar atenção em muita coisa no momento
até
domingo, 10 de junho de 2007
Não tem como essa semana vai ser foda!!!!
Gente se entrega a essa onda de amor
que invade as cidades
é bom
ser coletivo no amor
é maravilhoso
consola
maltrata
mas permite
é fino ser amoroso
quando é grande dói
mas tudo bem
o coração supera...
foda se
essa é a semana da entrega
pinte o cabelo
fique bonita
rímel
que invade as cidades
é bom
ser coletivo no amor
é maravilhoso
consola
maltrata
mas permite
é fino ser amoroso
quando é grande dói
mas tudo bem
o coração supera...
foda se
essa é a semana da entrega
pinte o cabelo
fique bonita
rímel
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Dia dos namorados
A gente também pode ser triste esse dia
ou pensar na tristeza causada por alguém
ou melhor, tentar se resolver diante dessas histórias
vá sozinho ou acompanhado
mas se joga, entre nessa história
Canção para se dançar sem par
No dia mais fofo e mais melancólico do ano
12 de junho as 21:00hs
Espaço Cena 205 norte
reservas:3349 6028 ou 3349 3937
terça-feira, 5 de junho de 2007
Quero ser bossa nova novamente

quero uma tranquilidade que já me pertenceu de volta
quero cabelos longos ,corpo erguido
alma longe
to muito cheia de mim mesma; quero esvaziar um pouco
umas flores na mesa da sala
um copo de suco
um bolo quente
caminhar
brincar
costurar
relaxar
escrever
quem sabe
suco de laranja com couve
ou melancia com cenoura
uma boa carne
um bom grão
uma melancolia
leve bem leve
se esticar na grama
uma vez por semana
passo
passo
passos
calma querida
agora você é uma garota bossa nova
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Estou passando dos limites!!!!!
Estou transbordando de ideias,mas o cansaço de um fim de temporada também me consome.
Preciso ver o mar.
Ficar na praia depois das três da tarde esticada de baixo de um guarda sol,tomando uma cerveja eterna e pensar em tudo,tudo mesmo.Só olhando pro mar.
Salvador,Natal,Recife; qualquer lugar seria suficiente com o mar.
Preciso do mar estou muito cheia de céu.
Brasília é uma overdose de céu.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Sérgio Maggio
Crítica canção para se dançar sem par
Verdades de uma criadora
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Curado encena idéias e intenções de Alfaia: Sinceridade e oscilações
O espetáculo Canção para se dançar se par, como o próprio título sugere, debruça-se sobre o que é urgente para o homem urbano do século 21: a solidão, tema que parece ainda mais apropriado para discussão quando se nasce e se vive em Brasília, caso da autora Andréa Alfaia, que assina também a direção. O texto e as idéias, que circulam no palco do Espaço Cena (205 Norte), assumem discurso em paridade com as angústias do nosso tempo. Essa verdade faz da montagem exercício de teatro reflexivo sobre época que impele as pessoas ao caminho a sós. As primeiras frases do personagem Antunes, repetidas sob diversos impactos de sentimentos, revelam a sensibilidade dessa artista, independentemente do resultado, e do alcance, obtido com a encenação.
“Quero uma canção suficientemente forte para te fazer acreditar que você nasceu para ser só. E para eu acreditar que você é só. E então eu me aceite assim sem você. Quero esquecer. Mas é que só de pensar em te esquecer, me desespero. Me desespero mesmo – não é birra de criança ou de adulto tolo! Sou unicamente teu, tua, a tua vida é minha, é minha no meu coração. Esse desabafo, essa vontade de voltar no tempo e fazer tudo certo: saber a cor que você mais gosta sem nunca perguntar. Estou com saudades de sentir o gosto de cerveja numa boca amanhecida que não dormiu. E isso tudo te pertence também. Por que você não levou com a mudança? Eu que fique com a casa entulhada? Te amo! Pára de bobagem.”
O trecho, que permeia o espetáculo, é encenado em atmosfera cênica contemporânea. Palco nu, com copos de plástico transparente, montados em “escultura” que se desfaz ao longo da atuação de Arthur Tadeu Curado. Áudio com o comando de voz para algumas rubricas do texto. Música crua, Try a little tenderness (de Otis Redding, na voz de Cássia Eller, é repetida junto com aquele trecho), e atuação que se propõe a cruzar por várias matizes e tensões dramáticas. O resultado, no entanto, oscila dentro do que parece mais uma experimentação, e ainda busca de Alfaia e Curado para as inquietações artísticas.
O texto, por exemplo, cai quando deixa de ser reflexivo para se encaminhar ao coloquial. Essa constante variação de linguagem cria vício dramatúrgico (fica descontraído toda vez em que se fala com a platéia; ou mostra-se dramático nos diálogos internos). Também a repetição do trecho, recurso interessante a princípio para pontuar a angústia do personagem, torna-se óbvia em alguns instantes (espera-se que ele diga exatamente aquilo naquele exato minuto). A interpretação insegura de Curado amplifica essas turbulências. O naturalismo proposital é, por vezes, desleixado demais. Sem maturidade cênica para a proposta, o ator não alcança o desafio de criar um Antunes dissecado por um emaranhado de sentimentos. No entanto, tem nítida afinidade com a proposta de Alfaia, o que dá autenticidade ao espetáculo. (SM)
CANÇAO PARA SE DANÇAR SEM PAR
Espetáculo com texto e direção de Andréa Alfaia. Com Arthur Tadeu Curado. Hoje e amanhã, às 21h; e domingo, às 20h, no Espaço Cena (205 Norte, Bl. C, 3349-3937). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Verdades de uma criadora
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Curado encena idéias e intenções de Alfaia: Sinceridade e oscilações
O espetáculo Canção para se dançar se par, como o próprio título sugere, debruça-se sobre o que é urgente para o homem urbano do século 21: a solidão, tema que parece ainda mais apropriado para discussão quando se nasce e se vive em Brasília, caso da autora Andréa Alfaia, que assina também a direção. O texto e as idéias, que circulam no palco do Espaço Cena (205 Norte), assumem discurso em paridade com as angústias do nosso tempo. Essa verdade faz da montagem exercício de teatro reflexivo sobre época que impele as pessoas ao caminho a sós. As primeiras frases do personagem Antunes, repetidas sob diversos impactos de sentimentos, revelam a sensibilidade dessa artista, independentemente do resultado, e do alcance, obtido com a encenação.
“Quero uma canção suficientemente forte para te fazer acreditar que você nasceu para ser só. E para eu acreditar que você é só. E então eu me aceite assim sem você. Quero esquecer. Mas é que só de pensar em te esquecer, me desespero. Me desespero mesmo – não é birra de criança ou de adulto tolo! Sou unicamente teu, tua, a tua vida é minha, é minha no meu coração. Esse desabafo, essa vontade de voltar no tempo e fazer tudo certo: saber a cor que você mais gosta sem nunca perguntar. Estou com saudades de sentir o gosto de cerveja numa boca amanhecida que não dormiu. E isso tudo te pertence também. Por que você não levou com a mudança? Eu que fique com a casa entulhada? Te amo! Pára de bobagem.”
O trecho, que permeia o espetáculo, é encenado em atmosfera cênica contemporânea. Palco nu, com copos de plástico transparente, montados em “escultura” que se desfaz ao longo da atuação de Arthur Tadeu Curado. Áudio com o comando de voz para algumas rubricas do texto. Música crua, Try a little tenderness (de Otis Redding, na voz de Cássia Eller, é repetida junto com aquele trecho), e atuação que se propõe a cruzar por várias matizes e tensões dramáticas. O resultado, no entanto, oscila dentro do que parece mais uma experimentação, e ainda busca de Alfaia e Curado para as inquietações artísticas.
O texto, por exemplo, cai quando deixa de ser reflexivo para se encaminhar ao coloquial. Essa constante variação de linguagem cria vício dramatúrgico (fica descontraído toda vez em que se fala com a platéia; ou mostra-se dramático nos diálogos internos). Também a repetição do trecho, recurso interessante a princípio para pontuar a angústia do personagem, torna-se óbvia em alguns instantes (espera-se que ele diga exatamente aquilo naquele exato minuto). A interpretação insegura de Curado amplifica essas turbulências. O naturalismo proposital é, por vezes, desleixado demais. Sem maturidade cênica para a proposta, o ator não alcança o desafio de criar um Antunes dissecado por um emaranhado de sentimentos. No entanto, tem nítida afinidade com a proposta de Alfaia, o que dá autenticidade ao espetáculo. (SM)
CANÇAO PARA SE DANÇAR SEM PAR
Espetáculo com texto e direção de Andréa Alfaia. Com Arthur Tadeu Curado. Hoje e amanhã, às 21h; e domingo, às 20h, no Espaço Cena (205 Norte, Bl. C, 3349-3937). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).
quinta-feira, 31 de maio de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Vem dançar comigo
terça-feira, 29 de maio de 2007
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Violeta
Enquanto ela dormia,aconteceu coisas.
Ela se desfez nos sonhos.
Se imaginou feliz.
No fundo um piano alegre e condutor.
Ela se desfez nos sonhos!
Manteve a calma se fez inteira entendida e aberta para ele.
Não tropeçou na ansiedade,estava lúcida na sua intenção.
Visualizou atenta cada detalhe,partiu sem olhar para trás.
Se repetiu várias vezes na sua cabeça.
Entendeu as limitações,e deu de cara com o que já sabia em se negar afirmando.
Eu te amo para de bobagem...
Deu medo mas foi em frente.
Lamentar não fazia mais parte dos seus planos.
Digna plena,acordou...
Deu um sorriso firme e intenso.
E agradeceu ter acordado naquele instante.
Resolvida?
Não era esse o caso.
Colocou um casaco violeta e decidiu se dar flores.
domingo, 13 de maio de 2007
Mãe

Ontem eu estava com meus amigos,lembrando a experiência do dia que realmente me tornei mãe.
Todos estavam esperando um depoimento emocionado,do tipo:chorei muito quando vi meu filho...ou foi a sensação mais comovente da minha vida.
Mas na verdade não foi bem assim.
Desde o dia que eu descobri que estava grávida tive a intensa vontade de me tornar uma pessoa melhor e mais responsável.Eu quis ter aquele filho e finalmente ele estava lá.Fui ao médico,comi direito,pensei direito.
Uma calma tomou conta de mim de um jeito que eu nunca pensei que ficaria.
Trabalhei numa boa,não enjoei,não me arrastei,poucas vezes me queixei.
Mas quanto ao parto eu tinha uma sensação estranha.
Quando chegou perto e minha barriga brilhava de tão grande,eu comecei a desconfiar de que não ia ser tão parecido com o que eu imaginava.
Meu filho estava um pouco grandinho demais para um parto natural.
Lembro do médico dizendo,que pro meu tamanho eu tinha caprichado!
Nada acontecia comecei a dilatar mas nada de contração ou coisa parecida;isso me frustrou um pouco,não tive a clássica cena dos gritos.
Eu estava tranquila batendo papo tomando meu soro,como se tivesse em casa e morrendo de inveja da mulher que gritava no quarto ao lado.
Bem fui para o centro cirúrgico.
Vi aquela agulha enorme entrar na minha coluna.
Depois me deitaram e me tingiram de iodo.
Parecia um ritual de índios cibernéticos.
Lembro da estranha sensação de mãos dentro do meu corpo.
E a vontade louca de bater em toda a equipe que conversava como se estivesse na mesa de um bar falando da suas vidinhas interessantes que realmente...
-Nasceu é um menino 4,500kg e 53cm.Olha mãe como ele lindo!
Sinceramente achei ele um pouco inchado demais e não aceitei ele assim de primeira,entrei numa paranóia achando que ele não era meu filho.
Mas depois de devidamente costurada e que tive um momento só meu e dele antes de ir para o quarto,pensei na minha vida inteira e tive o instante de luz,eu nasci pra te ver nascer e isso me bastava.
Aquele olho ,mão,pé ;todos os dedos ali.
E agora ele é mais que minha vida ,é a minha felicidade e cansaço absoluto.
Amar alguém assim é o segredo da humanidade.
Ame seu filho e seja feliz!
Agora tenho que ir, tem alguém gritando mãe na sala.
sábado, 12 de maio de 2007
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