Gente se entrega a essa onda de amor
que invade as cidades
é bom
ser coletivo no amor
é maravilhoso
consola
maltrata
mas permite
é fino ser amoroso
quando é grande dói
mas tudo bem
o coração supera...
foda se
essa é a semana da entrega
pinte o cabelo
fique bonita
rímel
domingo, 10 de junho de 2007
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Dia dos namorados
A gente também pode ser triste esse dia
ou pensar na tristeza causada por alguém
ou melhor, tentar se resolver diante dessas histórias
vá sozinho ou acompanhado
mas se joga, entre nessa história
Canção para se dançar sem par
No dia mais fofo e mais melancólico do ano
12 de junho as 21:00hs
Espaço Cena 205 norte
reservas:3349 6028 ou 3349 3937
terça-feira, 5 de junho de 2007
Quero ser bossa nova novamente

quero uma tranquilidade que já me pertenceu de volta
quero cabelos longos ,corpo erguido
alma longe
to muito cheia de mim mesma; quero esvaziar um pouco
umas flores na mesa da sala
um copo de suco
um bolo quente
caminhar
brincar
costurar
relaxar
escrever
quem sabe
suco de laranja com couve
ou melancia com cenoura
uma boa carne
um bom grão
uma melancolia
leve bem leve
se esticar na grama
uma vez por semana
passo
passo
passos
calma querida
agora você é uma garota bossa nova
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Estou passando dos limites!!!!!
Estou transbordando de ideias,mas o cansaço de um fim de temporada também me consome.
Preciso ver o mar.
Ficar na praia depois das três da tarde esticada de baixo de um guarda sol,tomando uma cerveja eterna e pensar em tudo,tudo mesmo.Só olhando pro mar.
Salvador,Natal,Recife; qualquer lugar seria suficiente com o mar.
Preciso do mar estou muito cheia de céu.
Brasília é uma overdose de céu.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Sérgio Maggio
Crítica canção para se dançar sem par
Verdades de uma criadora
--------------------------------------------------------------------------------
Curado encena idéias e intenções de Alfaia: Sinceridade e oscilações
O espetáculo Canção para se dançar se par, como o próprio título sugere, debruça-se sobre o que é urgente para o homem urbano do século 21: a solidão, tema que parece ainda mais apropriado para discussão quando se nasce e se vive em Brasília, caso da autora Andréa Alfaia, que assina também a direção. O texto e as idéias, que circulam no palco do Espaço Cena (205 Norte), assumem discurso em paridade com as angústias do nosso tempo. Essa verdade faz da montagem exercício de teatro reflexivo sobre época que impele as pessoas ao caminho a sós. As primeiras frases do personagem Antunes, repetidas sob diversos impactos de sentimentos, revelam a sensibilidade dessa artista, independentemente do resultado, e do alcance, obtido com a encenação.
“Quero uma canção suficientemente forte para te fazer acreditar que você nasceu para ser só. E para eu acreditar que você é só. E então eu me aceite assim sem você. Quero esquecer. Mas é que só de pensar em te esquecer, me desespero. Me desespero mesmo – não é birra de criança ou de adulto tolo! Sou unicamente teu, tua, a tua vida é minha, é minha no meu coração. Esse desabafo, essa vontade de voltar no tempo e fazer tudo certo: saber a cor que você mais gosta sem nunca perguntar. Estou com saudades de sentir o gosto de cerveja numa boca amanhecida que não dormiu. E isso tudo te pertence também. Por que você não levou com a mudança? Eu que fique com a casa entulhada? Te amo! Pára de bobagem.”
O trecho, que permeia o espetáculo, é encenado em atmosfera cênica contemporânea. Palco nu, com copos de plástico transparente, montados em “escultura” que se desfaz ao longo da atuação de Arthur Tadeu Curado. Áudio com o comando de voz para algumas rubricas do texto. Música crua, Try a little tenderness (de Otis Redding, na voz de Cássia Eller, é repetida junto com aquele trecho), e atuação que se propõe a cruzar por várias matizes e tensões dramáticas. O resultado, no entanto, oscila dentro do que parece mais uma experimentação, e ainda busca de Alfaia e Curado para as inquietações artísticas.
O texto, por exemplo, cai quando deixa de ser reflexivo para se encaminhar ao coloquial. Essa constante variação de linguagem cria vício dramatúrgico (fica descontraído toda vez em que se fala com a platéia; ou mostra-se dramático nos diálogos internos). Também a repetição do trecho, recurso interessante a princípio para pontuar a angústia do personagem, torna-se óbvia em alguns instantes (espera-se que ele diga exatamente aquilo naquele exato minuto). A interpretação insegura de Curado amplifica essas turbulências. O naturalismo proposital é, por vezes, desleixado demais. Sem maturidade cênica para a proposta, o ator não alcança o desafio de criar um Antunes dissecado por um emaranhado de sentimentos. No entanto, tem nítida afinidade com a proposta de Alfaia, o que dá autenticidade ao espetáculo. (SM)
CANÇAO PARA SE DANÇAR SEM PAR
Espetáculo com texto e direção de Andréa Alfaia. Com Arthur Tadeu Curado. Hoje e amanhã, às 21h; e domingo, às 20h, no Espaço Cena (205 Norte, Bl. C, 3349-3937). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Verdades de uma criadora
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Curado encena idéias e intenções de Alfaia: Sinceridade e oscilações
O espetáculo Canção para se dançar se par, como o próprio título sugere, debruça-se sobre o que é urgente para o homem urbano do século 21: a solidão, tema que parece ainda mais apropriado para discussão quando se nasce e se vive em Brasília, caso da autora Andréa Alfaia, que assina também a direção. O texto e as idéias, que circulam no palco do Espaço Cena (205 Norte), assumem discurso em paridade com as angústias do nosso tempo. Essa verdade faz da montagem exercício de teatro reflexivo sobre época que impele as pessoas ao caminho a sós. As primeiras frases do personagem Antunes, repetidas sob diversos impactos de sentimentos, revelam a sensibilidade dessa artista, independentemente do resultado, e do alcance, obtido com a encenação.
“Quero uma canção suficientemente forte para te fazer acreditar que você nasceu para ser só. E para eu acreditar que você é só. E então eu me aceite assim sem você. Quero esquecer. Mas é que só de pensar em te esquecer, me desespero. Me desespero mesmo – não é birra de criança ou de adulto tolo! Sou unicamente teu, tua, a tua vida é minha, é minha no meu coração. Esse desabafo, essa vontade de voltar no tempo e fazer tudo certo: saber a cor que você mais gosta sem nunca perguntar. Estou com saudades de sentir o gosto de cerveja numa boca amanhecida que não dormiu. E isso tudo te pertence também. Por que você não levou com a mudança? Eu que fique com a casa entulhada? Te amo! Pára de bobagem.”
O trecho, que permeia o espetáculo, é encenado em atmosfera cênica contemporânea. Palco nu, com copos de plástico transparente, montados em “escultura” que se desfaz ao longo da atuação de Arthur Tadeu Curado. Áudio com o comando de voz para algumas rubricas do texto. Música crua, Try a little tenderness (de Otis Redding, na voz de Cássia Eller, é repetida junto com aquele trecho), e atuação que se propõe a cruzar por várias matizes e tensões dramáticas. O resultado, no entanto, oscila dentro do que parece mais uma experimentação, e ainda busca de Alfaia e Curado para as inquietações artísticas.
O texto, por exemplo, cai quando deixa de ser reflexivo para se encaminhar ao coloquial. Essa constante variação de linguagem cria vício dramatúrgico (fica descontraído toda vez em que se fala com a platéia; ou mostra-se dramático nos diálogos internos). Também a repetição do trecho, recurso interessante a princípio para pontuar a angústia do personagem, torna-se óbvia em alguns instantes (espera-se que ele diga exatamente aquilo naquele exato minuto). A interpretação insegura de Curado amplifica essas turbulências. O naturalismo proposital é, por vezes, desleixado demais. Sem maturidade cênica para a proposta, o ator não alcança o desafio de criar um Antunes dissecado por um emaranhado de sentimentos. No entanto, tem nítida afinidade com a proposta de Alfaia, o que dá autenticidade ao espetáculo. (SM)
CANÇAO PARA SE DANÇAR SEM PAR
Espetáculo com texto e direção de Andréa Alfaia. Com Arthur Tadeu Curado. Hoje e amanhã, às 21h; e domingo, às 20h, no Espaço Cena (205 Norte, Bl. C, 3349-3937). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).
quinta-feira, 31 de maio de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Vem dançar comigo
terça-feira, 29 de maio de 2007
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Violeta
Enquanto ela dormia,aconteceu coisas.
Ela se desfez nos sonhos.
Se imaginou feliz.
No fundo um piano alegre e condutor.
Ela se desfez nos sonhos!
Manteve a calma se fez inteira entendida e aberta para ele.
Não tropeçou na ansiedade,estava lúcida na sua intenção.
Visualizou atenta cada detalhe,partiu sem olhar para trás.
Se repetiu várias vezes na sua cabeça.
Entendeu as limitações,e deu de cara com o que já sabia em se negar afirmando.
Eu te amo para de bobagem...
Deu medo mas foi em frente.
Lamentar não fazia mais parte dos seus planos.
Digna plena,acordou...
Deu um sorriso firme e intenso.
E agradeceu ter acordado naquele instante.
Resolvida?
Não era esse o caso.
Colocou um casaco violeta e decidiu se dar flores.
domingo, 13 de maio de 2007
Mãe

Ontem eu estava com meus amigos,lembrando a experiência do dia que realmente me tornei mãe.
Todos estavam esperando um depoimento emocionado,do tipo:chorei muito quando vi meu filho...ou foi a sensação mais comovente da minha vida.
Mas na verdade não foi bem assim.
Desde o dia que eu descobri que estava grávida tive a intensa vontade de me tornar uma pessoa melhor e mais responsável.Eu quis ter aquele filho e finalmente ele estava lá.Fui ao médico,comi direito,pensei direito.
Uma calma tomou conta de mim de um jeito que eu nunca pensei que ficaria.
Trabalhei numa boa,não enjoei,não me arrastei,poucas vezes me queixei.
Mas quanto ao parto eu tinha uma sensação estranha.
Quando chegou perto e minha barriga brilhava de tão grande,eu comecei a desconfiar de que não ia ser tão parecido com o que eu imaginava.
Meu filho estava um pouco grandinho demais para um parto natural.
Lembro do médico dizendo,que pro meu tamanho eu tinha caprichado!
Nada acontecia comecei a dilatar mas nada de contração ou coisa parecida;isso me frustrou um pouco,não tive a clássica cena dos gritos.
Eu estava tranquila batendo papo tomando meu soro,como se tivesse em casa e morrendo de inveja da mulher que gritava no quarto ao lado.
Bem fui para o centro cirúrgico.
Vi aquela agulha enorme entrar na minha coluna.
Depois me deitaram e me tingiram de iodo.
Parecia um ritual de índios cibernéticos.
Lembro da estranha sensação de mãos dentro do meu corpo.
E a vontade louca de bater em toda a equipe que conversava como se estivesse na mesa de um bar falando da suas vidinhas interessantes que realmente...
-Nasceu é um menino 4,500kg e 53cm.Olha mãe como ele lindo!
Sinceramente achei ele um pouco inchado demais e não aceitei ele assim de primeira,entrei numa paranóia achando que ele não era meu filho.
Mas depois de devidamente costurada e que tive um momento só meu e dele antes de ir para o quarto,pensei na minha vida inteira e tive o instante de luz,eu nasci pra te ver nascer e isso me bastava.
Aquele olho ,mão,pé ;todos os dedos ali.
E agora ele é mais que minha vida ,é a minha felicidade e cansaço absoluto.
Amar alguém assim é o segredo da humanidade.
Ame seu filho e seja feliz!
Agora tenho que ir, tem alguém gritando mãe na sala.
sábado, 12 de maio de 2007
Canção pra se dançar sem par
11 de maio
ator e diretora - insones
ARTHUR CURADO diz:
oi
Andrea.Alfaia diz:
oi lindo ator
ARTHUR CURADO diz:
obrigado
ARTHUR CURADO diz:
como estás?
Andrea.Alfaia diz:
vou bem
Andrea.Alfaia diz:
na medida do possível
ARTHUR CURADO diz:
eheheh
ARTHUR CURADO diz:
o que foi?
ARTHUR CURADO diz:
drama drama drama!!!
Andrea.Alfaia diz:
Nada coisa de uma semana pra esperar acontecer
Andrea.Alfaia diz:
Tô com um frio na barriga e isso é bom sinal
ARTHUR CURADO diz:
eu tb to com uma sensação boa, apesar de achar que tamo meio perdido ainda
Andrea.Alfaia diz:
Mas faz parte
ARTHUR CURADO diz:
hum
ARTHUR CURADO diz:
acho que tamo um pouco demais... não só com a peça, mas com tudo
Andrea.Alfaia diz:
Como assim amado?
ARTHUR CURADO diz:
ah, não sei
Andrea.Alfaia diz:
Me diz...
ARTHUR CURADO diz:
não sei mesmo
ARTHUR CURADO diz:
acho que ainda não rolou o click, sabe?
Andrea.Alfaia diz:
Mas tá mais perto do que vc imagina
ARTHUR CURADO diz:
tomara
ARTHUR CURADO diz:
é que me perco no processo.
Andrea.Alfaia diz:
Acredite em mim
ARTHUR CURADO diz:
eu acredito
ARTHUR CURADO diz:
acreditei o tempo todo, por isso é que vamos estrear na semana que vem
ARTHUR CURADO diz:
mas to sem chão no momento
Andrea.Alfaia diz:
Vou chorar...
ARTHUR CURADO diz:
antes de ontem fui preparar o meu jantar, e quando cortei a cebola não consegui mais parar de chorar e fiquei chorando por horas, pra sempre
Andrea.Alfaia diz:
Tô te fazendo sofrer?
ARTHUR CURADO diz:
não
ARTHUR CURADO diz:
sofrer não
ARTHUR CURADO diz:
gosto de ensaiar
ARTHUR CURADO diz:
gosto do processo todo. acho um processo muito louco
ARTHUR CURADO diz:
perco o chão mesmo
ARTHUR CURADO diz:
e não sei o que esperar
Andrea.Alfaia diz:
Esse ensaio é intenso mesmo.
Andrea.Alfaia diz:
Ele acompanha a gente pelo dia
ARTHUR CURADO diz:
é
ARTHUR CURADO diz:
mas estamos indo pra algum lugar?
ARTHUR CURADO diz:
pro lugar que vc quer ir?
Andrea.Alfaia diz:
pro meu lugar
Andrea.Alfaia diz:
e ele diz muito pra mim
Andrea.Alfaia diz:
e eu acredito que quando agente faz uma coisa de verdade essa idéia vira geral
ARTHUR CURADO diz:
como assim?
ARTHUR CURADO diz:
todo mundo compreende?
Andrea.Alfaia diz:
è uma praga coletiva..
ARTHUR CURADO diz:
eheheh
Andrea.Alfaia diz:
tô escutando o cd
ARTHUR CURADO diz:
ficou lindo o nosso cd
Andrea.Alfaia diz:
LINDO
ARTHUR CURADO diz:
mas me preocupa a miscelândia que tu ta fazendo na trilha
ARTHUR CURADO diz:
vc se arrisca muito!
Andrea.Alfaia diz:
Tá bem no los hermanos
Andrea.Alfaia diz:
è meu jeito
ARTHUR CURADO diz:
é o seu louco jeito
Andrea.Alfaia diz:
LOUCO
Coisas de Arthur tadeu Curado
http://gavetadomeucriadomudo.spaces.live.com/default.aspx?_c02_owner=1
ator e diretora - insones
ARTHUR CURADO diz:
oi
Andrea.Alfaia diz:
oi lindo ator
ARTHUR CURADO diz:
obrigado
ARTHUR CURADO diz:
como estás?
Andrea.Alfaia diz:
vou bem
Andrea.Alfaia diz:
na medida do possível
ARTHUR CURADO diz:
eheheh
ARTHUR CURADO diz:
o que foi?
ARTHUR CURADO diz:
drama drama drama!!!
Andrea.Alfaia diz:
Nada coisa de uma semana pra esperar acontecer
Andrea.Alfaia diz:
Tô com um frio na barriga e isso é bom sinal
ARTHUR CURADO diz:
eu tb to com uma sensação boa, apesar de achar que tamo meio perdido ainda
Andrea.Alfaia diz:
Mas faz parte
ARTHUR CURADO diz:
hum
ARTHUR CURADO diz:
acho que tamo um pouco demais... não só com a peça, mas com tudo
Andrea.Alfaia diz:
Como assim amado?
ARTHUR CURADO diz:
ah, não sei
Andrea.Alfaia diz:
Me diz...
ARTHUR CURADO diz:
não sei mesmo
ARTHUR CURADO diz:
acho que ainda não rolou o click, sabe?
Andrea.Alfaia diz:
Mas tá mais perto do que vc imagina
ARTHUR CURADO diz:
tomara
ARTHUR CURADO diz:
é que me perco no processo.
Andrea.Alfaia diz:
Acredite em mim
ARTHUR CURADO diz:
eu acredito
ARTHUR CURADO diz:
acreditei o tempo todo, por isso é que vamos estrear na semana que vem
ARTHUR CURADO diz:
mas to sem chão no momento
Andrea.Alfaia diz:
Vou chorar...
ARTHUR CURADO diz:
antes de ontem fui preparar o meu jantar, e quando cortei a cebola não consegui mais parar de chorar e fiquei chorando por horas, pra sempre
Andrea.Alfaia diz:
Tô te fazendo sofrer?
ARTHUR CURADO diz:
não
ARTHUR CURADO diz:
sofrer não
ARTHUR CURADO diz:
gosto de ensaiar
ARTHUR CURADO diz:
gosto do processo todo. acho um processo muito louco
ARTHUR CURADO diz:
perco o chão mesmo
ARTHUR CURADO diz:
e não sei o que esperar
Andrea.Alfaia diz:
Esse ensaio é intenso mesmo.
Andrea.Alfaia diz:
Ele acompanha a gente pelo dia
ARTHUR CURADO diz:
é
ARTHUR CURADO diz:
mas estamos indo pra algum lugar?
ARTHUR CURADO diz:
pro lugar que vc quer ir?
Andrea.Alfaia diz:
pro meu lugar
Andrea.Alfaia diz:
e ele diz muito pra mim
Andrea.Alfaia diz:
e eu acredito que quando agente faz uma coisa de verdade essa idéia vira geral
ARTHUR CURADO diz:
como assim?
ARTHUR CURADO diz:
todo mundo compreende?
Andrea.Alfaia diz:
è uma praga coletiva..
ARTHUR CURADO diz:
eheheh
Andrea.Alfaia diz:
tô escutando o cd
ARTHUR CURADO diz:
ficou lindo o nosso cd
Andrea.Alfaia diz:
LINDO
ARTHUR CURADO diz:
mas me preocupa a miscelândia que tu ta fazendo na trilha
ARTHUR CURADO diz:
vc se arrisca muito!
Andrea.Alfaia diz:
Tá bem no los hermanos
Andrea.Alfaia diz:
è meu jeito
ARTHUR CURADO diz:
é o seu louco jeito
Andrea.Alfaia diz:
LOUCO
Coisas de Arthur tadeu Curado
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quinta-feira, 10 de maio de 2007
Surpresas
Eu me reconheço a cada minuto mais inteira mais precisa.
Isso me apavora,não tenho gabarito pra me sentir segura.
Esse lance de criar me faz um ser pretensioso.
E sinceramente não me incomodo com isso.
Dá medo mas é bom pra caralho,achar que você por algum tempo se permitiu ser dono dá situação,sendo certo ou não se descobre depois.
Meus próximos sabem porque escrevo com essa petulância que não faz muito parte de mim.
HAhahahahahahhahahahahhahahahahahhhhh!!!!!Tô de sacanagem,mas de uma coisa eu tenho certeza tem um frio na barriga que naõ passa,mas é isso aí.
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Deixa o coração bater
Alguém viu o meu batimento cardíaco passando por aí?
Eu ando descompassada!
A vida me ama de um jeito que eu viro um caco, as vezes;quase sempre.
Não me contenho com um único chocolate.
Muito ansiosa...mas só assim latejando que a gente sente a verdadeira pressão do mundo.
Espero ser menos alvejada de esperança desoladora.
Estranho;mas acontece.
Cedo ou não,pode ter sido sempre assim e eu não percebia.
Eu estranho o mundo que sempre conheci.
As vezes ele é um lindo estranho; outra vez um conhecido muito duro.
Na verdade resolvi entender que é normal e deixei o coração bater.
terça-feira, 1 de maio de 2007
Mulher do supermercado
Ontem fui no Cooper da asa sul,é importante informar porque isso deve acontecer com você um dia.
Bom estava eu e meu marido fazendo aquelas compras sem um mínimo de paciência,com o tempo contado.
Quando já no final dessa atividade ,aparece uma velha de exatos 77 anos,olha a intimidade,depois entenderam.
Mas sim aparece essa criatura ,cola no meu marido ;que todos sabem é a paciência em pessoa ; cola nele como uma verdadeira velhinha carente.
Até aí legal,paciência, um dia jovem outro dia velho.
Mas o tempo foi passando,dez minutos,quinze,vinte e três,meia hora...
Bem na hora do almoço!
Muita fome e muita preguiça,mas tentando ser uma criatura de Deus, mantive a paciência.
Até que no auge do meu tédio eu pensei ,"tá no inferno abraça o capeta"!
Comecei dar atenção para aquelas palavras.
Por que?
Ela sacou que eu tinha mudado a minha postura,e começou a me dar conselhos matrimonias,discretamente nas entrelinhas.
Ali deu um medinho,ela sabia coisa demais,parecia uma super Nany do lar,ou um fantasma que rolava na minha casa e tinha ido me dar um oi no supermercado.
Porque eu acho que ela falava de um jeito muito parecido com aqueles fantasmas do Sexto Sentido,que falavam com aquele menino como se estivessem no divã.
Sei lá,não sei o que aconteceu;me impressionou!
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Amado amor

As vezes tento zerar mais não consigo.
Não consigo dessa perspectiva tola do zerar.
Zerar é se dar o direito de se surpreender com uma nova possibilidade.
Então estou zerando, dando vez a quem quer vir.
Essa pessoa que eu sempre carreguei,mas era muito tímida pra aparecer.
Coisa de gente sábia que não se expõe,assim a toa.
Pode vir a porta tá aberta.
Você é e sempre será bem vinda!
Você me ensinou e me ensina amar do jeito bom,tranquilo e meigo.
Meu respeito e carinho tem direção em suas mãos,não se dissipa.
Amado seja o amor que destroi mas reconstroi ao mesmo tempo.
E obrigada querido por essa nova chance.
Te amo mais e tá mais do que provado porque.
domingo, 29 de abril de 2007
sábado, 28 de abril de 2007
Eu não tenho do que recordar
Maria amava muito Zé,mas ele não tinha muito apreço por ela.
Mas ela se contentava só de amar.
Só que amor todo mundo sabe;é como uma erva que cresce rápida e ligeira no coração.
Uma vez plantada,só dilacerando o coração para matar a praga.
Que já vou logo avisando,ela tem uma área de vários quilómetros quadrados no seu organismo podendo atingir várias partes do corpo,como o fígado.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Estou completamente bêbada
Estou completamente bêbada
foda-se a pontuação o português foda-se
o Caetano clama na minha orelha o meu amor total
é o Veloso mesmo ;aquele canalha
que me ama de todas as formas essas
que nem completamente bêbada eu pronunciara
loucamente minhas as minhas nuances
não é uma coisa que combina muito
mas é bonito
como um dedo no lugar certo
um olhar perdido
algodão doce
amor de verão de inverno de todas as horas
adoro frutas da época
realmente não tô muito bem par escrever
o álcool tomou conta!
Beijo para todos e viva o porre
E o Caetano grita!
Homem bom!!!!!
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